1987. Michael Jackson olha pra câmera com uma jaqueta preta cheia de fivelas, um fedora inclinado, brilho no rosto e um patch escrito BAD no peito — e pergunta quem é ruim. A resposta, obviamente, era ele. E todo mundo sabia disso.
Essa estampa capturou o MJ da era Bad em formato Playmobil com uma precisão absurda: a jaqueta com estrelas e fivelas douradas, o chapéu segurado com aquela pose de quem vai fazer um moonwalk a qualquer momento, o brilho característico no rosto. Tudo ali, pequenininho e gigantesco ao mesmo tempo.
Bad foi o álbum que provou que depois do Thriller — o disco mais vendido da história — ele ainda conseguia superar as expectativas. Spoiler: ele conseguiu.
Essa é a camiseta de quem cresceu tentando imitar o moonwalk no corredor de casa e fingindo que ninguém viu.